Julianna Costa aposentou-se da advocacia desde o dia que se formou, e – inspirada pelas palavras de Saramago de que “somos todos escritores, mas nem todos escrevem” – decidiu ser uma escritora que escreve.
Hoje, com mais de dez histórias publicadas, e infinitas ainda na cabeça, considera a tarefa longe de se concluída.
Julianna mora em São Paulo com o marido, uma porção de jogos e uma montanha de livros, e assina um dos contos da antologia erótica “Noies Sensuais”.